Eleição

Senado 2026: 54 vagas estão em disputa e ao menos 22 cadeiras terão novos ocupantes

Eleição para dois terços do Senado coloca 54 das 81 cadeiras em disputa; PSD e MDB têm o maior número de mandatos a defender, enquanto PL chega à votação com nove senadores já garantidos até 2031

As eleições de 2026 poderão provocar uma ampla mudança na composição do Senado Federal. Neste domingo, 4 de outubro, os eleitores escolhem 54 senadores — dois por estado e pelo Distrito Federal — o equivalente a dois terços das 81 cadeiras da Casa.

Independentemente do resultado das urnas, uma parte significativa dessa renovação já está assegurada. Dos ocupantes das 54 cadeiras cujos mandatos terminam no início de 2027, 32 tentam a reeleição para o Senado, enquanto outros nove concorrem a cargos diferentes ou aparecem como suplentes em chapas ao Senado. Outros 13 não disputam as eleições.

Isso significa que pelo menos 22 cadeiras — 40,7% das vagas em disputa — necessariamente terão novos titulares. O número poderá ser maior dependendo do desempenho dos 32 senadores que buscam permanecer no cargo.

Os dados constam de levantamento da Agência Senado.

Senado 2026: o tamanho da renovação
Situação das 54 cadeiras cujos mandatos terminam em 2027
54
cadeiras em disputa
32
senadores tentam a reeleição
9
disputam outro cargo ou são suplentes
13
não disputam as eleições
Renovação mínima: pelo menos 22 dos 54 atuais mandatos terão novos titulares a partir de 2027.
Fonte: Senado Federal | Infográfico: Cristiano Alvarenga

Quais partidos têm mais cadeiras do Senado em jogo em 2026?

A eleição não afeta todos os partidos da mesma maneira. Algumas legendas chegam a 2026 com grande parte de suas bancadas submetida novamente às urnas, enquanto outras possuem número expressivo de senadores eleitos em 2022 e, portanto, com mandato assegurado até 2031.

O PSD apresenta a maior exposição em números absolutos. Dos atuais 14 integrantes da bancada, 11 ocupam cadeiras renovadas nesta eleição. Apenas três mandatos do partido continuam automaticamente na próxima legislatura.

O MDB apresenta situação semelhante: oito de suas nove cadeiras atuais estão vinculadas à renovação de 2026. Já o PL, maior bancada atualmente, possui cenário estrutural diferente: dos 15 senadores, seis cadeiras estão em disputa e nove mandatos seguem até 2031.

PartidoBancada atualCadeiras que vencemTitulares que tentam reeleiçãoMandatos até 2031Parcela da bancada em disputa
PSD14117378,6%
MDB985188,9%
PL1563940,0%
PT965366,7%
PP852362,5%
PSB653183,3%
Republicanos621433,3%
PSDB4410100%
Podemos3320100%
PDT2220100%
União Brasil310233,3%
Avante1110100%

Nota: “parcela da bancada em disputa” indica apenas quantos mandatos atuais terminam em 2027. Não representa estimativa ou probabilidade de derrota eleitoral. Composição partidária conforme dados do Senado Federal.

PSD e MDB precisam defender grande parte das bancadas

O PSD é o partido com o maior número absoluto de cadeiras submetidas às urnas: 11. Entre os senadores da legenda que tentam novo mandato estão Carlos Fávaro, em Mato Grosso; Carlos Viana, em Minas Gerais; Eliziane Gama, no Maranhão; Lucas Barreto, no Amapá; Sérgio Petecão, no Acre; Vanderlan Cardoso, em Goiás; e Zenaide Maia, no Rio Grande do Norte.

Para manter o tamanho atual de sua bancada, entretanto, o PSD não depende apenas da reeleição dos titulares. O partido também pode substituir eventuais perdas elegendo novos nomes em outras unidades da Federação. Por isso, derrota de um senador em exercício não significa necessariamente perda líquida de uma cadeira para o partido.

O mesmo raciocínio é especialmente importante no caso do MDB. O partido possui nove senadores, mas oito das cadeiras são renovadas em 2026. Alessandro Vieira, Eduardo Braga, Marcelo Castro, Renan Calheiros e Veneziano Vital do Rêgo tentam a reeleição.

Ao mesmo tempo, o MDB possui candidatos que não integram atualmente o Senado e aparecem em posições competitivas nas pesquisas, como Helder Barbalho, no Pará; Janaína Riva, em Mato Grosso; e Roseana Sarney, no Maranhão.

PL chega à eleição com nove cadeiras fora da disputa

A situação do PL é diferente. A legenda possui atualmente a maior bancada do Senado, com 15 integrantes, mas somente seis dessas cadeiras correspondem aos mandatos renovados em 2026. Nove senadores do partido foram eleitos em 2022 e permanecem no cargo até 2031.

Entre os titulares cujo mandato termina, três tentam a reeleição ao Senado: Carlos Portinho, no Rio de Janeiro; Márcio Bittar, no Acre; e Eduardo Gomes, no Tocantins.

Os demais seguem outros caminhos eleitorais. Flávio Bolsonaro concorre à Presidência da República, Izalci Lucas disputa uma vaga de deputado federal e Marcos Rogério concorre ao governo de Rondônia.

Além disso, o PL lançou candidatos que não ocupam atualmente essas vagas e aparecem numericamente entre os primeiros colocados em diferentes estados nas pesquisas da reta final. Levantamento do UOL com base principalmente nas pesquisas Quaest mostra nomes da legenda entre as primeiras colocações em estados como Rio de Janeiro, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Minas Gerais, Goiás e Pará.

Esse cenário não assegura crescimento da bancada — especialmente porque várias disputas apresentam empate dentro da margem de erro —, mas mostra que o partido concorre a cadeiras que atualmente pertencem também a outras legendas.

PT tenta renovar cinco dos seis mandatos que terminam

O PT possui nove senadores. Seis das cadeiras ocupadas atualmente estão no ciclo eleitoral de 2026 e três permanecem até 2031.

Cinco senadores petistas tentam novo mandato: Fabiano Contarato, no Espírito Santo; Humberto Costa, em Pernambuco; Jaques Wagner, na Bahia; Randolfe Rodrigues, no Amapá; e Rogério Carvalho, em Sergipe. Paulo Paim, do Rio Grande do Sul, não disputa a eleição.

O partido também tenta acrescentar novos nomes à bancada. Na Bahia, por exemplo, Rui Costa e Jaques Wagner aparecem nas duas primeiras posições da última pesquisa considerada pelo levantamento nacional. Em Minas Gerais, Marília Campos aparece numericamente empatada na segunda posição com o atual senador Carlos Viana, do PSD.

Assim como ocorre com outras legendas, o resultado líquido do PT dependerá da combinação entre reeleições dos atuais titulares e conquistas de cadeiras hoje ocupadas por outros partidos.

PP e PSB também colocam a maior parte das bancadas em jogo

O PP possui cinco das oito cadeiras atuais no ciclo de renovação. Entre os titulares, Ciro Nogueira, no Piauí, e Esperidião Amin, em Santa Catarina, tentam a reeleição. A legenda, porém, também disputa cadeiras com novos nomes, entre eles Arthur Lira, em Alagoas, e Gladson Cameli, no Acre.

No PSB, cinco das seis cadeiras atuais correspondem aos mandatos renovados neste ano. Cid Gomes, no Ceará; Chico Rodrigues, em Roraima; e Soraya Thronicke, em Mato Grosso do Sul, tentam permanecer no Senado.

O partido também apresenta candidaturas sem mandato atual na Casa, como Renato Casagrande, no Espírito Santo, e João Azevêdo, na Paraíba.

PSDB, Podemos, PDT e Avante têm toda a bancada atual vinculada à eleição de 2026

Quatro partidos vivem uma situação particular: PSDB, Podemos, PDT e Avante não possuem atualmente senadores com mandato assegurado até 2031. Todas as cadeiras dessas legendas estão vinculadas ao ciclo eleitoral iniciado em 2018.

No PSDB, por exemplo, Plínio Valério tenta a reeleição pelo Amazonas, enquanto outros mandatos chegam ao fim sem que seus atuais ocupantes concorram novamente ao mesmo cargo. O partido também tenta conquistar novas vagas, como ocorre com Marina JHC em Alagoas.

O Podemos possui três cadeiras em disputa e tenta reeleger Styvenson Valentim, no Rio Grande do Norte, e Zequinha Marinho, no Pará. No PDT, Leila Barros, pelo Distrito Federal, e Weverton Rocha, pelo Maranhão, buscam novo mandato. Já o Avante tem Marcos do Val, no Espírito Santo, como atual representante da legenda.

Quais senadores em fim de mandato aparecem melhor posicionados nas pesquisas?

A fotografia das pesquisas divulgadas na reta final mostra situações bastante diferentes entre os atuais senadores que tentam permanecer na Casa.

No levantamento nacional compilado pelo UOL a partir das pesquisas Quaest — e Datafolha no Piauí —, aparecem numericamente entre os dois primeiros colocados ou empatados na segunda posição nomes como Carlos Portinho (PL-RJ), Carlos Viana (PSD-MG), Cid Gomes (PSB-CE), Ciro Nogueira (PP-PI), Eduardo Braga (MDB-AM), Eduardo Gomes (PL-TO), Humberto Costa (PT-PE), Jaques Wagner (PT-BA), Leila Barros (PDT-DF), Lucas Barreto (PSD-AP), Marcelo Castro (MDB-PI), Márcio Bittar (PL-AC), Randolfe Rodrigues (PT-AP), Rogério Carvalho (PT-SE), Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).

Isso não significa que esses candidatos estejam eleitos. Em vários estados, as diferenças estão dentro da margem de erro, e a disputa pelo Senado tem uma particularidade importante: cada eleitor pode escolher dois candidatos diferentes, o que torna a medição da intenção de voto mais complexa do que nas eleições para presidente ou governador.

Senadores que aparecem fora das duas primeiras posições nas pesquisas

Também há parlamentares em busca da reeleição que não aparecem numericamente nas duas primeiras posições da última rodada utilizada no levantamento nacional.

SenadorPartidoUFPrimeiras posições da pesquisa
Sérgio PetecãoPSDACGladson Cameli (PP), 24%; Márcio Bittar (PL), 22%
Carlos FávaroPSDMTMauro Mendes (União), 37%; Janaína Riva (MDB), 23%
Vanderlan CardosoPSDGOGracinha Caiado (União), 30%; Gustavo Gayer (PL), 21%
Soraya ThronickePSBMSReinaldo Azambuja (PL), 35%; Capitão Contar (PL), 32%
Fabiano ContaratoPTESRenato Casagrande (PSB), 31%; Evair de Melo (Republicanos) e Maguinha Malta (PL), 18%
Renan CalheirosMDBALMarina JHC (PSDB), 29%; Arthur Lira (PP), 27%
Esperidião AminPPSCCarol de Toni (PL), 30%; Carlos Bolsonaro (PL), 24%
Plínio ValérioPSDBAMEduardo Braga (MDB), 36%; Capitão Alberto Neto (PL), 25%
Alessandro VieiraMDBSEDelegado André David (Republicanos), 20%; Rogério Carvalho (PT), 19%
Angelo CoronelRepublicanosBARui Costa (PT), 33%; Jaques Wagner (PT), 30%
Eliziane GamaPSDMARoseana Sarney (MDB), 25%; Fufuca (PP), 23%
Zequinha MarinhoPodemosPAHelder Barbalho (MDB), 28%; Éder Mauro (PL), 24%

Os percentuais mostram a fotografia das últimas pesquisas citadas e não constituem previsão do resultado. Há estados com empate técnico dentro da margem de erro. Fonte: levantamento publicado pelo UOL em 4 de outubro com pesquisas Quaest e Datafolha.

Veja quem tenta a reeleição para o Senado em 2026

32 senadores concorrem a um novo mandato:

Alessandro Vieira (MDB-SE);
Angelo Coronel (Republicanos-BA);
Carlos Fávaro (PSD-MT);
Carlos Portinho (PL-RJ);
Carlos Viana (PSD-MG);
Chico Rodrigues (PSB-RR);
Cid Gomes (PSB-CE);
Ciro Nogueira (PP-PI);
Eduardo Braga (MDB-AM);
Eduardo Gomes (PL-TO);
Eliziane Gama (PSD-MA);
Esperidião Amin (PP-SC);
Fabiano Contarato (PT-ES);
Humberto Costa (PT-PE);
Jaques Wagner (PT-BA);
Leila Barros (PDT-DF);
Lucas Barreto (PSD-AP);
Marcelo Castro (MDB-PI);
Márcio Bittar (PL-AC);
Marcos do Val (Avante-ES);
Plínio Valério (PSDB-AM);
Randolfe Rodrigues (PT-AP);
Renan Calheiros (MDB-AL);
Rogério Carvalho (PT-SE);
Sérgio Petecão (PSD-AC);
Soraya Thronicke (PSB-MS);
Styvenson Valentim (Podemos-RN);
Vanderlan Cardoso (PSD-GO);
Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB);
Weverton (PDT-MA);
Zenaide Maia (PSD-RN);
e Zequinha Marinho (Podemos-PA).

Outros nove senadores escolheram caminhos diferentes nas eleições

Além dos 32 candidatos à reeleição, nove ocupantes das cadeiras em renovação participam do processo eleitoral sem disputar novamente o mandato como titulares. O grupo inclui candidatos a presidente, governador, deputado e integrantes de chapas como suplentes de senador.

Entre eles estão Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência; Marcos Rogério (PL-RO), candidato ao governo de Rondônia; Izalci Lucas (PL-DF), candidato a deputado federal; e Mara Gabrilli (PSD-SP), candidata a deputada estadual. Daniella Ribeiro (PP-PB), Jader Barbalho (MDB-PA) e Nelsinho Trad (PSD-MS) figuram como suplentes em chapas ao Senado.

Outros 13 não disputam as eleições de 2026

Também há 13 ocupantes das cadeiras originalmente incluídas no levantamento do Senado que decidiram não concorrer nas eleições deste ano. Entre eles estão nomes conhecidos da política nacional, como Paulo Paim (PT-RS), Flávio Arns (PSB-PR), Oriovisto Guimarães (PSDB-PR), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Confúcio Moura (MDB-RO) e Jorge Kajuru (PSB-GO).

A relação oficial publicada pelo Senado em setembro também incluía Rodrigo Pacheco na cadeira de Minas Gerais. A composição mudou em 30 de setembro: Pacheco deixou o Senado para assumir uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU), e Renzo Braz (PP-MG), seu primeiro suplente, tomou posse para completar o mandato até fevereiro de 2027.

Veja a atualização da composição no Senado Federal.

Por que a eleição de 2026 pode alterar o equilíbrio partidário do Senado?

O dado mais importante para avaliar o resultado não será apenas o número de senadores reeleitos. Será necessário observar o saldo líquido de cadeiras de cada partido.

Uma legenda pode perder um senador que tenta a reeleição em determinado estado e, ao mesmo tempo, conquistar outra cadeira onde atualmente não possui representante. Dessa forma, a comparação mais adequada depois da apuração será entre a bancada atual, as 27 cadeiras cujo mandato segue até 2031 e os 54 novos mandatos definidos pelas urnas.

Essa dinâmica coloca especialmente PSD e MDB diante de uma eleição decisiva para o tamanho de suas bancadas, porque as duas siglas possuem grande número de cadeiras a renovar. O PSB também tem elevada exposição proporcional.

Já PL e Republicanos possuem percentual maior de suas bancadas atuais protegido pela eleição de 2022. O PL mantém nove cadeiras independentemente do resultado de 2026, enquanto o Republicanos mantém quatro.

No caso de PSDB, Podemos, PDT e Avante, a situação é inversa: toda a bancada atual dessas legendas está associada aos mandatos que terminam no início de 2027. Para preservar representação do mesmo tamanho, esses partidos precisarão reeleger titulares ou conquistar novas vagas.

Pesquisas indicam disputas apertadas pelo Senado

As pesquisas divulgadas nos últimos dias mostram ainda que diversas disputas permanecem abertas. Segundo levantamento publicado pelo UOL neste domingo, candidatos do PL aparecem numericamente nas primeiras posições em um número elevado de estados, enquanto MDB, PT, PP, PSD, PSB e outras legendas também disputam cadeiras em diferentes regiões do país.

Há casos em que candidatos do mesmo partido ocupam as duas primeiras posições nas pesquisas. Na Bahia, por exemplo, Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, apareciam com 33% e 30% dos votos válidos. No Rio de Janeiro, Carlos Portinho e Carlos Jordy, ambos do PL, registravam 23% e 22%. Em Santa Catarina, Carol de Toni e Carlos Bolsonaro, também do PL, tinham 30% e 24%.

Em outros estados, a diferença entre o segundo e o terceiro colocados está dentro ou próxima da margem de erro. Minas Gerais é um dos exemplos: Domingos Sávio (PL) tinha 22%, enquanto Carlos Viana (PSD) e Marília Campos (PT) apareciam com 18% cada.

Como duas vagas estão em disputa em cada unidade da Federação, os resultados das pesquisas para senador exigem cautela. O eleitor pode votar em dois candidatos, e a escolha das vagas pode sofrer alterações até os momentos finais da votação.

Como funciona a eleição para senador em 2026?

Diferentemente de 2022, quando cada estado e o Distrito Federal escolheram apenas um senador, em 2026 cada eleitor poderá votar em dois candidatos diferentes.

Os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação serão eleitos. Não há segundo turno para senador.

Os vencedores assumem mandatos de oito anos, de 2027 a 2035. Em conjunto com os 27 senadores escolhidos em 2022, formarão a nova composição da Casa.

Nova composição do Senado será fundamental para o próximo governo

A eleição para o Senado tem impacto que vai além da representação dos estados. A Casa participa da aprovação de projetos de lei e propostas de emenda à Constituição e possui atribuições exclusivas, como analisar indicações para o Supremo Tribunal Federal, tribunais superiores, Banco Central e outras instituições.

Também cabe ao Senado processar e julgar autoridades em processos de impeachment nos casos previstos pela Constituição.

Por isso, a distribuição das 54 cadeiras entre os partidos será um dos principais indicadores do equilíbrio político que surgirá das eleições de 2026. A dimensão dessa mudança começará a ficar mais clara com a apuração dos votos deste domingo.

 


Fontes:
Senado Federal;
composição dos senadores em exercício;
levantamento das pesquisas para o Senado publicado pelo UOL.

Atualizado em 4 de outubro de 2026 às 12:30.